PILAR 3 · SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO CIENTÍFICA
O conhecimento é hoje um activo geoestratégico — e, por isso, um alvo
Da NIS2 às ameaças de interferência estrangeira, a segurança da informação científica protege a propriedade intelectual, a integridade dos dados e a continuidade das infraestruturas de investigação.
As entidades de I&D no perímetro NIS2
A transposição da NIS2 pelo DL n.º 125/2025 alarga o universo de entidades obrigadas, abrangendo organismos de investigação classificados como essenciais ou importantes. A gestão de risco e a notificação de incidentes deixam de ser facultativas.
Interferência estrangeira e segredo de investigação
O Foreign Interference Toolkit (2022) da Comissão Europeia define o quadro de mitigação da espionagem científica. A sua aplicação convoca os referenciais ISO 27001/27002 e as ENISA Guidelines para infraestruturas de investigação. As cinco sub-áreas detalham este quadro.
CINCO SUB-ÁREAS SUBSTANTIVAS
SUB-ÁREA
NIS2 em I&D
NIS2 aplicada a entidades de I&D e infraestruturas críticas.
Aceder →SUB-ÁREA
Propriedade intelectual
Proteção de PI e segredo de investigação.
Aceder →SUB-ÁREA
Foreign interference
Espionagem científica e o toolkit da Comissão Europeia.
Aceder →SUB-ÁREA
Repositórios, ELN, HPC
Segurança de repositórios, lab notebooks e sistemas HPC.
Aceder →SUB-ÁREA
CNCS e FCCN
Articulação com CNCS, CSIRT.PT, FCCN e RCTS.
Aceder →NO ECOSSISTEMA
A segurança da informação de saúde sob a ISO 27799 é tratada em investigacaoclinica.pt; a validação de sistemas (CSV) e o FDA 21 CFR Part 11, em ensaioclinico.pt.
Quer avaliar a maturidade de segurança da sua unidade?
Fale com o Scientific Security Officer.